Presença da Home Stock na Revista GBrasil - Empresas de Contabilidade


Self Storage ajuda empresas a armazenar estoques e documentos.

O setor visa solucionar problemas de falta de espaço nas capitais brasileiras. Para armazenar itens, como documentos, estoques e móveis, o auto-armazenamento tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil. Mais conhecido como self storage, a solução, criada nos Estados Unidos, visa ser uma extensão das empresas e residências que têm problemas com a falta de espaço. De acordo com Sérgio Oliveira, diretor administrativo da Home Stock, que atua em Brasília, o self storage oferece “praticidade, flexibilidade, conservação, organização, otimização de espaço, segurança e redução de custos operacionais para as empresas”. Geralmente, os contratos de locação de auto-armazenamento são mensais, flexíveis, sem taxas adicionais, como IPTU e condomínio, ou despesas de manutenção. Em relação aos custos, o preço varia de acordo com o local e a metragem alugada, que pode ser entre 1m² e 100m², e a partir de R$ 100 a unidade. Para Thiago Cordeiro, CEO da GoodStorage, com 10 unidades na cidade de São Paulo, o self storage tende a ficar concentrado nas capitais nos próximos anos. “É onde a urbanização e a falta de espaço ressaltam os diferenciais da solução”, diz. Prós e contras Os valores baixos e a segurança são as principais vantagens da solução. A opinião é de Leonardo Biasi Locatelli, gerente da EACO – Consultoria e Contabilidade (GBrasil | Curitiba – PR), empresa contábil que utiliza o auto-armazenamento para guardar documentos. “As empresas contratadas apresentam forte esquema de prevenção de incêndios e controle de acesso aos documentos, o que reduz os custos de mão de obra na organização para o arquivamento e a localização dos arquivos”, pontua No entanto, completa o gerente da EACO, o tempo de espera entre a solicitação e o recebimento do documento físico pode levar, em média, 24 horas, o que pode ser considerado um ponto fraco para o serviço. Digitalização Com a diminuição dos trâmites de documentação física, o uso da digitalização dos documentos pode reduzir a procura por self storage para armazenamento de arquivos. Segundo Locatelli, a lei exige que os documentos sejam guardados por cinco anos, mas ainda assim há alguns que ainda não são digitalizados e devem ser armazenados por um período maior, como a documentação relacionada ao departamento pessoal. Para os empresários de auto-armazenamento, a digitalização não é uma preocupação para o setor. “Não acredito que o serviço de self storage para documentos vá acabar, pelo menos a curto prazo. A digitalização é uma realidade, mas mesmo assim os clientes guardam documentos, seja por uma exigência legal ou questão cultural”, finaliza Thiago Cordeiro, da GoodStorage.

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